Luiz, o bartender

Luiz era um daqueles bartenders à moda antiga, tipo dos filmes dos anos 50: camisa impecavelmente branca, de botão e gravata borboleta, barba sempre feita e rente, cabelo penteado para trás com gomex e até aquele elástico preto no braço, logo abaixo do sovaco, ele usava.

Não era apenas na aparência que Luiz era um bartender exemplar. Ele também tinha na cabeça a receita de todos os drinks possíveis e imagináveis. E os preparava com perfeição milimétrica. Seus Manhattans sempre levavam exatos cinco centilitros de rye whiskey, dois de sweet vermouth e três gotas de Angostura bitters. Tudo isso gentilmente misturado, exatas vinte vezes, em sua coqueteleira previamente preenchida em três quartos por gelo. Nada de chacoalhar a coqueteleira, que isso não combina com um bartender padrão, feito ele era. Terminada as vinte misturadas, derramava o líquido, que parecia passar em câmera lenta pela peneira de inox antes de cair, bem à vontade, sobre a cereja que já o esperava no fundo de uma daquelas típicas taças em formato de funil.

Se como bartender Luiz preparava tudo com perfeição, em casa, a história era outra. Não conseguia fazer absolutamente nada na cozinha que ficasse bom. Nada. Um simples leite com toddy ficava ruim. “É inexplicável, duas colheres de toddy e um copo de leite, mexa bem. Não é possível que você não consegue fazer nem isso”, dizia sua esposa, Clotilde, sem nenhuma paciência. Não ajudava muito o fato dela ser evangélica e detestar o ambiente em que Luiz trabalhava – Luiz também era evangélico, mas, como disse o pastor, se o emprego paga as contas, Deus aceita. Amém? Amém.

Luiz estava cansado dessa vida, nem um mísero café saía a gosto. As vezes forte demais, outras fraquíssimo. Algumas vezes ele conseguiu a proeza de fazer um café que Clotilde achou forte, mas com gosto de fraco. ”Não é possível isso, você gastou um caminhão de pó para fazer este café fraco! Como você consegue?” Também não era favorável o fato de Clotilde ser notoriamente avarenta.

Um belo dia Luiz resolve mudar de vida. Estava convencido de que a precisão que gastava no bar, faltava no lar. Viu um anúncio de emprego no porto e decidiu que seria estivador. Afinal, do que sabia, estivadores eram todos largados e desleixados. Outro motivo, trocaria o mau hábito de dormir e acordar tarde pelo inverso, para pegar no batente as cinco da manhã teria de dormir cedo. Além disso, o salário era bom, melhor que o do bar, se descontado as gorjetas. No mais, ele estava convencido, na hora que deixasse de lado o excesso de atenção aos drinks, começaria a fazer tudo certo em casa.

Com as recomendações do dono do bar onde trabalhava e de alguns dos clientes, todos executivos, conseguir o emprego foi fácil. E, rapidamente Luiz estava integrado à nova rotina e hábitos. O cabelo e barba, antes sempre bem tosados e aparados, agora davam lugar a uma exemplar juba, digna do imperador da Numídia, nos tempos do império romano, Juba I, de 46AC – Pode conferir, o sujeito tinha um ninho de guaxinim sobre os ombros, não dava para saber onde começava o cabelo e terminava a barba – Os trajes, sempre bem passados e engomados, deram lugar a roupas surradas e sujas.

Mas, nem só de mudanças no vestuário e aparência Luiz foi afetado. Outra prática comum entre os estivadores era frequentar o prostíbulo das imediações. Afinal, prostíbulos e portos andam juntos desde bem antes do tempo em que Juba I, o da cabeleira, ainda podia dar rolê em Roma, antes de arrumar um caso com Júlio, o César. E Luiz, que como a esposa do mesmo César, além de parecer, sempre foi caxias, passou a ser figura carimbada na zona. Logo estava de caso com uma das locais que atendia pelo nome Andreíza. Assim mesmo, com acento no i. Luiz nunca perguntou se o nome era de guerra ou de nascença. Não faria a menor diferença.

Não foi fácil explicar tudo para Clotilde. O processo de separação foi doloroso. Clotilde fez questão de quebrar todos os copos, jogo de jantar e até a cafeteira casa. Terminado o imbróglio, ela trocou de igreja e de denominação evangélica. Casou-se novamente, com um pastor da igreja nova.

Luiz também se casou, com Andreíza, que largou a zona. Quanto a ele, voltou a ser bartender. Já o toddy, café e todo resto que ele prepara em casa, continuam péssimos, como nunca deixaram de ser.

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O interrogatório

Fato verídico, aconteceu ontem: estava fazendo uma boquinha de leve, antes de dormir, na cozinha, assistindo alguma coisa aleatória no YouTube, quando chega a flaviana, com a maior cara de 007 em dia de ação militar da pesada, tipo interrogatório de terrorista:

– Roberto, você não está esquecendo nada não??

Na hora já liguei o 486 e coloquei todos os processos para rodar:

– aniversário dela? ❌
– aniversário de namoro? ❌
– aniversário de casamento? ❌
– meu aniversário? ❌
– dia dos namorados? ❌
– valentines? ❌

A lista continuou, no processo até lembrei que o aniversário de um grande amigo de caratinga – Léo – foi ontem e que o da minha irmã é amanhã. Comecei a suar frio enquanto ela subia as escadas com um sorriso sarcástico do tipo quando James Bond sabe que o vilão e a mocinha já estão no papo. No caso o vilão e a mocinha eram a mesma pessoa: eu.
O mainframe deu alerta dizendo que por eliminação sobrara apenas a data do casamento civil, essa vive me pregando peças, vide o dia da prova para cidadania. Só pode ser ela… subi as escadas correndo, afobado, como todo vilão, na certeza que dessa vez Bond iria se dar mal e Gothan city seria toda minha, Gothan city é do Batman, mas nessa hora eu já não conseguia raciocinar mais nada…
Entrei no quarto, Bond estava deitada na cama virada para parede, mas podia ver que sorria, tinha certeza que esse sorriso esfacelaria quando cheguei perto e falei, todo pimpão: “FELIZ DIA DO CASAMENTO CIVIL!”…
Bond não mexeu nem um músculo, apenas disse:

– Roberto, você esqueceu de pegar sua aliança no banheiro depois do banho. Apaga a luz e vamos dormir.

O vilao nunca se dá bem no final.

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Arduino phototrap howto

this was my first “serious” project using Arduino.

Here it goes.. what I used:

I also added a led to indicate when a photo is taken (blink) or issues in execution (turned ON).

SD slave is IO 10. SPI (camera) slave is IO 9. PIR sensor input is plugged into IO 3 and triggers interrupts that will take photos once motion is detected – and keeps taking as long as sensor is HIGH.

cam wiring:

f47f35e8-2499-11e5-8d05-2a768cc76818.jpg

Source code (debug code – serial print – is comment out for performance):

#include <UTFT_SPI.h>
#include <SD.h>
#include <Wire.h>
#include <ArduCAM.h>
#include <SPI.h>
#include “memorysaver.h”

#if defined(__arm__)
#include <itoa.h>
#endif

//PIR int
const byte pirInterruptPin = 3;
uint8_t start_capture = 0;
const int LED = 5;
#define SD_CS 10
// set pin 9 as the slave select for SPI:
const int SPI_CS = 9;

ArduCAM myCAM(OV2640,SPI_CS);
UTFT myGLCD(SPI_CS);
boolean takePic = false;
boolean discardFirst = false;
int blinkTime;
boolean completed = false;

void setup()
{
uint8_t vid,pid;
uint8_t temp;
#if defined(__SAM3X8E__)
Wire1.begin();
#else
Wire.begin();
#endif
Serial.begin(115200);
Serial.println(“ArduCAM Start!”);
// set the SPI_CS as an output:
pinMode(SPI_CS, OUTPUT);
pinMode(LED, OUTPUT);
//pinMode(BUTTON, INPUT);

// initialize SPI:
SPI.begin();
//Check if the ArduCAM SPI bus is OK
myCAM.write_reg(ARDUCHIP_TEST1, 0x55);
temp = myCAM.read_reg(ARDUCHIP_TEST1);
if(temp != 0x55)
{
Serial.println(“SPI interface Error!”);
digitalWrite(LED, HIGH);
while(1);
}

//Change MCU mode
myCAM.set_mode(MCU2LCD_MODE);

myGLCD.InitLCD();

//Check if the camera module type is OV2640
myCAM.rdSensorReg8_8(OV2640_CHIPID_HIGH, &vid);
myCAM.rdSensorReg8_8(OV2640_CHIPID_LOW, &pid);
if((vid != 0x26) || (pid != 0x42))
{
Serial.println(“Can’t find OV2640 module!”);
digitalWrite(LED, HIGH);
while(1);
}
else
Serial.println(“OV2640 detected”);

//Change to BMP capture mode and initialize the OV2640 module
myCAM.set_format(BMP);

myCAM.InitCAM();

//Initialize SD Card
if (!SD.begin(SD_CS))
{
Serial.println(“SD Card Error”);
digitalWrite(LED, HIGH);
while (1);    //If failed, stop here
}
else
Serial.println(“SD Card detected!”);

delay(5000);

Serial.println(“set int…”);
pinMode(pirInterruptPin, INPUT_PULLUP);
attachInterrupt(digitalPinToInterrupt(pirInterruptPin), intPic, RISING);
blinkLed();
}

void blinkLed()
{
digitalWrite(LED, HIGH);
delay(1000);
digitalWrite(LED, LOW);
}

void intPic() {
//Serial.println(“Start capture!”);
takePic = true;
completed = true;
}

void loop()
{
String fileName;
File outFile;
byte buf[256];
static int i = 0;
static int k = 0;
static int n = 0;
uint8_t temp,temp_last;
int total_time = 0;
//int current = millis();
//Wait trigger from shutter buttom
//  if(myCAM.get_bit(ARDUCHIP_TRIG , SHUTTER_MASK))
if(takePic)
{
myCAM.set_mode(MCU2LCD_MODE);
myCAM.set_format(JPEG);
myCAM.InitCAM();

//myCAM.OV2640_set_JPEG_size(OV2640_640x480);
myCAM.OV2640_set_JPEG_size(OV2640_1600x1200);
//myCAM.OV2640_set_JPEG_size(OV2640_800x600);
//myCAM.OV2640_set_JPEG_size(OV2640_1024x768);
//Wait until buttom released
while(myCAM.get_bit(ARDUCHIP_TRIG, SHUTTER_MASK));
//delay(1000);
start_capture = 2;
takePic = false;
}else
if(digitalRead(pirInterruptPin) == HIGH)
{
start_capture = 1;
}

if(start_capture && completed)
{
//Flush the FIFO
myCAM.flush_fifo();
//Clear the capture done flag
myCAM.clear_fifo_flag();
//Start capture
myCAM.start_capture();

//Serial.println(“Start Capture: ” + start_capture);
completed = false;
}else
if(myCAM.get_bit(ARDUCHIP_TRIG ,CAP_DONE_MASK))
{

//Serial.println(“Capture Done!”);

//Construct a file name
k++;
fileName = “z”;
fileName += k;
fileName += “.jpg”;

//Open the new file
outFile = SD.open(fileName, O_WRITE | O_CREAT | O_TRUNC);
if (!outFile)
{
Serial.println(“open file failed”);
Serial.println(fileName);
digitalWrite(LED, HIGH);
while(1);
}
//total_time = millis();
i = 0;
temp = myCAM.read_fifo();
//Write first image data to buffer
buf[i++] = temp;

//Read JPEG data from FIFO
while( (temp != 0xD9) | (temp_last != 0xFF) )
{
temp_last = temp;
temp = myCAM.read_fifo();
//Write image data to buffer if not full
if(i < 256)
buf[i++] = temp;
else
{
//Write 256 bytes image data to file
outFile.write(buf,256);
i = 0;
buf[i++] = temp;
}
}
//Write the remain bytes in the buffer
if(i > 0)
outFile.write(buf,i);

//Close the file
outFile.close();
//total_time = millis() – total_time;
//Serial.print(“Total time used:”);
//Serial.print(total_time, DEC);
//Serial.println(” millisecond”);
//Clear the capture done flag
myCAM.clear_fifo_flag();
//Clear the start capture flag
//start_capture–;
if(start_capture– == 1)
{
//pinMode(pirInterruptPin, OUTPUT);
//digitalWrite(pirInterruptPin, LOW);
//pinMode(pirInterruptPin, INPUT_PULLUP);
//attachInterrupt(digitalPinToInterrupt(pirInterruptPin), intPic, RISING);
blinkLed();
}
completed = true;

//myCAM.set_format(BMP);
//myCAM.InitCAM();
//isShowFlag = true;
}
}

enjoy!

cheers.

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What if big (and not so big) companies were bands…

IBM::Rolling Stones – It’s old, it’s all about reinventing the same old good stuff (blues). They are rarely mentioned as a favorite band by music fans (they are always 2nd, 3rd or beyond picks, but always part of the list!). They have a dozen of albums, compilations, re-issues, not all with great value, but overall successful. At same time, they are the long living rock band, they have built an unquestionably powerful brand (for some the biggest) over the years and made/still making a heck lot of money.

Apple::The Beatles – The most successful and worshiped band of all times. Band’s history can be divided in two phases: First years – when they were the biggest news on the chart and conquered the world with ingenious-pop songs. Second phase: more mature and very polished records that set the bar in terms of recording technology and creativity, this phase was marked by fights and momentarily breaks within the band but was very proliferous, that was probably the time when they put their names in history, though some may argue the first phase was the one that set the stage. Even after the break, the band continues to be relevant and mentioned as inspirational. Some say they were not as revolutionary as it’s said, since at the beginning they were “Xerox” (pun intended) of the 50’s rockabilly bands (Little Richards, Elvis, Buddy Holly, etc)

Microsoft::Led Zeppelin – Led is not rarely mentioned as the second biggest rock band/influence after The Beatles – The breakthrough The Beatles set in the 60’s is comparable by the one Led set in the 70’s (in fact, for some they rank first, given the power and strength the band always had live, setting the bar and defining the ‘arena rock concerts’, something that the former didn’t achieved). It took some time to the band to achieve success, and although it has indeed achieved tremendous success and defined almost everything that came after: hard rock, heavy metal, etc. the band is sometimes accused of having copied old blues standards (in a new tempo, texture) to define their own sound, and in some cases really copying someone else’s music into their own. After band’s break and over the time, the band is becoming more and more eclipsed, especially due reluctance of the former members to reunite for a set of concerts – what would put them back in the hearts and minds of youngsters, according to some.

Google::U2 – Mega-giga-godizilla’s band of the (not so anymore) recent times. U2 has a huge – and truthful – fan base, but at same time they can reach all music listeners with their easy-going ballads and radio oriented projects, what makes them very well known in a wide range of listeners. Some would say U2 has one – and one-only – classic album – Joshua Tree – from where they have captured all the attention and waste all their creativity, some others say, the band did produced some other albums worth to mention, that in some cases would overcome the aforementioned, such as: Achtung Baby, October and All that you can leave behind.  Band’s main character is always involved in “don’t be evil” efforts, but not always behaves as such. Still active and still making enormous and prolific tours, but would they stay relevant longer if they don’t produce new material?

Canonical Ltd(Ubuntu)::Rush – Musically extraordinary, very well done records, great lyrics.. In the past, one would imagine they would dominate the world and overcome all others, including Beatles and Led… this particular one is probably a geek, and one of the few band’s fan base… but, who knows, they are still active and working, this day still might come, you shall be prepared to worlds’ dominance!

SUN::Cream – Short-lived/very creative band, defined the sound of late 60’s mixing blues, rock and psychedelic. Band members and sounds were incorporated by many other bands, but is pretty much forgotten by mainstream, though they still carry a few loyal fans. Some said they produced the most creative sound of 60’s, some say it was pure rubbish.

Napster::Nirvana – Huge success, huge breakthrough that has gone away with the same spark it came out. Brought a lot of stuff/bands that are still around, changed the music scene and left their mark in history.

Skype::Green Day – A bunch of sold outs!

Facebook::The Black Keys – Some think they are great, a bunch of others think they are mediocre (and just know how to play the same – bothering – recycled stuff), some other say they were great but their prime has already passed once they became popular.

Twitter::Mumford and Sons – The next/current/last big thing?

Pinterest::what?! I’m done.

Under construction… I might come back to this subject one day a change it all… maybe not J.

If you take this seriously, you’re as crazy as I am, I would recommend you look for a doctor before sending comments, seriously…

Credits to: it all started with a totally unrelated email thread – Alessandro Caps did a weird link between bands and companies, Leonardo Sussa sent his usual lunatic comments, I did my usual blablabla – that always ends up having to do with a (overrated and lame) guitarist comparison, that’s according to my unsuspected friend, Baiano… and it all grow to this…

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Bob Dylan & Mark Knopfler, Neil Young…

 

 

Que trio, hein? Td isso em menos de 1mês… habla se’rio… (*no mês ainda teve rhcp e paul macca, mas isso e’ outro post)
Começo com Mr. Mark Cool Knopfler, o cara e’ um monstro; não que eu tivesse alguma dúvida disso, mas vendo ao vivo fica ainda mais claro como o cara toca fácil, como tem um timbre e estilo sinistros, td isso sem fazer muito esforço e sem mascaração.
Quase não rolou hit – leia-se Dire Straits – mas valeu demais, e’ som para ouvir horas sem enjoar, muito agradável.

 

Tio Neil e’ outro djoutro mundo, o show durou umas 3hs e pancada, cada música teve em média uns 15minutos (sem exagero), jams e mais jams rolaram o show inteiro. Fantástico.
E’ outro cara que sabe ser cool ate’ o fim do mundo. Logo no início do show rolou (dj) a day in the life enqto a banda entrava, enqto no palco surgia um cenário com amps e um pedestal gigantes.

 

– Bob Dylan, para ser simples e bem direto: sem ele os dois anteriores não existiriam.
Como era esperado o show foi o de sempre: hits tocados de forma irreconhecível e lado Bs.
Muita gente gosta de reclamar do show do cara. Desconfio que 99% desses casos sejam por desconhecer o maluco em questão. Mr. Robert Allen Zimmerman sempre foi assim, seus shows raramente são o que o público espera (vide: Like a Rolling/Newport Folk Festival). Quem gosta/conhece mas não gosta da maluquice, não vai ao show. Simples assim.

..vou ficar devendo videos do show, o palco estava mto escuro, ficou mt ruim.

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METALLICA!!!!

Setlist: http://www.setlist.fm/setlist/metallica/2012/rogers-arena-vancouver-bc-canada-7bdc7e0c.html

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inSeattle…

Downtown Seattle, 05/27/2012… Esqueci o nome da banda, acho q sao de portaland…

 

Ninguem deve lembrar, mas a MTV, la’ por meados dos anos 90, lancou a seguinte promocao: “O espirito de Seattle” (ou coisa do tipo).. Para participar vc deveria mandar um cartao postal com uma frase respondendo a pergunta: “qual e’ o espirito de Seattle?” … A melhor frase ganharia uma viagem para ca’. Obviamente eu nao ganhei a promocao, apesar de ter postado varios postais com frases “brilhantes”… paciencia, ~20 anos depois, ainda da’ p curtir alguma coisa…

Mudhoney, the tractor tavern – 3/21/12

touch me I’m sick

 

Mark Arm, vocalista do Mudhoney, tocou com Gossard e Ament no que pode ser considerada uma das bandas q ajudou a definir o som de seattle nos anos 90, green river. Do desmembramento da green river surgiu a ja’ citada Mudhoney e Mother Love Bone, que depois, em resumo, viraria pearl jam.

Brad, showbox 4/21/2012

screen

Brad e’ 2nd banda de Gossard, formada em 92, onde tb toca Regan Hagar, baterista da tb seminal Malfunkshun.

Flight to Mars, showbox 05/23/2012

rock and roll

Flight to Mars e’ o projeto paralelo de Mike McCready, uma cover da banda britanica UFO… no video com a participacao especial de Ann Wilson, vocalista da banda (70/80’s) heart, possivelmente a primeira banda mainstream de seattle*.

McCready matando a vontade de ser Hendrix… *ok, ele tb e’ daqui, mas ninguem lembra disso.

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